Recife-PE

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Visita Hospitalar

A Capelania Regional de Pernambuco Filiada a Femic.JP, visitaram o Hospital Geral da Mirueira-Paulista/PE, o Diretor Regional Pastor e Capelão Nelson Santos, acompanhado do 2º Vice-Secretário Capelão Alcides Souza, compareceram no posto de enfermagem no box 2. O paciente José Nunes que esta internado a 1 mês, o mesmo ao receber o auxilio religioso espiritual decidiu aceitar Jesus Como seu Salvador, também foi visitado o paciente Edmilson Ferreira, internado a 4 dias, o mesmo já e evangélico da Assembleia de Deus Mato Grosso do Norte, e o terceiro visitado ainda do mesmo bloco, foi o Sr. José Vicente, paciente internado a 1 Mês e 15 dias. Os capelões prestaram assistência religiosa e espiritual, falaram do amor de Deus, e deixaram uma palavra de animo aos 3 pacientes visitados, realizaram oração e concluíram a visitação no clima de alegria e muita harmonia na Presença do Senhor Jesus.

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Verciculos do Dia

domingo, 10 de julho de 2011

ADOLESCENTE CHORA SANGUE E DESAFIA A MEDICINA - VEJA O VÍDEO





 O caso é um grande mistério para medicina.
Veja o Video em Menu: Videos Reportagem



Débora Oliveira dos Santos, de 17 anos, a garota de Meridiano que chora sangue, viaja nesta quinta de manhã para São Paulo em busca de tratamento. A viagem e hospedagem estão sendo patrocinadas por uma emissora de televisão da capital.

Há dois meses, Débora, que é de Fortaleza (CE), mudou-se com a mãe, Maria Goreti dos Santos,43, para Meridiano, onde tem familiares, para tentar solucionar o problema.





Desde então, médicos do município e de Rio Preto tentam diagnosticar o caso. Mas até agora, nenhum diagnóstico foi dado. Os resultados dos exames feitos no Hospital de Base ficam prontos no dia 11.

“Estou muito feliz com essa oportunidade. Tenho esperanças de descobrir a causa do meu problema”, disse Débora quarta à tarde ao BOM DIA.

Na semana passada, um problema de saúde assustou Débora e a garota voltou a sangrar pelos olhos ao chorar. “Tento me controlar para não chorar. Não aguento mais essa situação”. disse ela.

De acordo com o clínico geral Orlando Cândido Rosa Filho, que acompanha o caso em Meridiano, a menina vai passar por avaliação hoje à tarde do médico Antônio Carlos Lopes, diretor do Hospital São Paulo e chefe da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

Orlando também vai acompanhar a consulta de Débora em São Paulo. De acordo com ele, o hospital tem uma área destinada para estudos de casos como o da garota. “Ela não tem lugar melhor para ser atendida. Vai estar em ótimas mãos.”

Débora deverá ser internada para passar por exames. Ela vai ocupar uma das 12 vagas disponíveis para mulheres no setor de clínica médica do hospital.

Os médicos trabalham com a hipótese de uma doença chamada coagulopatia (distúrbio da coagulação sanguínea) ou algum problema emocional. Investigam ainda se uma agressão que a garota sofreu na cabeça tem relação com o prolema.

Notícia R7

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"Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!. "

“Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão;”

E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele;”

"A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo."


"Uma palavra amiga pode mudar a história de uma pessoa aflita!"



O que e imposivel para o home, e posivel para Deus!.


Mas Que homem e Este!?, que ate o mar, o vento, e todo universo lhe obdece.

Nossos Capelães preparados para Cerimonias Funebre.

CAPELANIA REGIONAL DE PERNAMBUCO


O capelão e o luto


Como aconselhar alguém que está vivenciando um processo de luto? O que precisaria ser trabalhado no processo de perdas? Essas são algumas questões com as quais o capelão precisa estar preparado para lidar.


Percebe-se depois da morte de alguém querido, o surgimento de grandes conflitos na fé, e a transferência de culpa para Deus, ou outros, agravando os relacionamentos verticais e horizontais.
Se a pessoa acredita em Deus, ela pode pensar que Deus é o culpado da sua perda.

Como trabalhar com as perdas?




A morte é um acontecimento pavoroso, é um medo universal ao qual muitas vezes não se consegue dominar.
Morte é separação, perda, e o enlutado cria várias tentativas de lidar com esse medo:
1. Evita falar do assunto,
2. Evita o contato com pessoas em estado terminal, como se o distanciamento pudesse evitar a dor da perda,
3. Evita tirar os objetos, roupas do falecido e se distancia de outras pessoas,




Como capelão e capelã, precisaremos lidar com as pessoas que sofrem perdas todo o tempo, tanto através de pessoas que demandam cuidados paliativos e estão à espera de sua morte, quanto através de familiares de pessoas que já morreram.
O nosso trabalho tem três fazes distintas: antes quando o paciente é terminal, durante, e depois quando tudo se encerra e só resta a dor, o vazio, a saudade e as duvidas.




O luto é uma reação natural à perda de pessoas importantes. Há tanto a sensação de privação, quanto a ansiedade pelo que será a vida sem essa pessoa ou sem essa oportunidade.
Alguns elementos acompanham o luto, como: dúvidas, perda da fé, enfraquecimento da vitalidade espiritual, reclusão ou recusa a relacionamentos, especialmente porque a vida precisa ser revista, adaptações precisam ser feitas, e nada disso é tarefa fácil.

Musicas Evangelicas Diversas.